Caso Isabella e a Opinião Pública


Em entrevista a BandNewsFM, o escritor Guilherme Fiúza considera que eventuais erros cometidos no caso da menina Isabella podem nunca mais ser corrigidos.
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O autor do livro que resultou no filme “Meu nome não é Johnny” viveu uma situação semelhante há quase duas décadas e lembra que poderia não ter se recuperado nunca mais. Ele destaca que passou a viver, então, uma tragédia dupla, tendo que lidar com a perda do filho e com as condenações imediatas da opinião pública. Guilherme lembra como é a dor de ser condenado por um julgamento precoce.

O escritor conversou com Marcelo Parada, radialista da BandNewsFM. Ouça a entrevista na íntegra.

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Demétrio, obrigada por ter postado esta notícia.
Além de ser muito pertinente ao caso Isabela, que atualmente tem ocupado lugar de destaque no folhetim nacional, servirá para outras situações, considerando que as pessoas julgam apressadamente as outras sem possuir dados concretos (quando o correto é não julgar).
Ouvi e fiz as minhas reflexões a respeito do tema. Por isso, convido outras pessoas a também fazê-lo.
Francinete B. Santos (equipe Novo Acesso)

Também acho que muitas pessoas julgam precipitadamente outras pessoas apenas pelo momento emocial e pela cobertura que a imprensa está dando neste caso, circunstância esta que se não houvesse tido repercussão seria mais um crime cometido. Quantas Isabelas tantas outras crianças morrem todo dia e de forma tão brutal quanto?