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	<title>Novo Acesso</title>
	<link>http://www.novoacesso.com.br</link>
	<description>Uma nova visão em educação!</description>
	<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 20:59:19 +0000</pubDate>
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		<title>Patrulha do Bairro</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 20:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Anote esse número ele pode servir para você ou para ajudar alguém:Patrulha do Bairro, atende o Cohatrac I, Cohatrac V, Primavera, Margaridas, Itaguará, Alvorada, Araçagy e Novo Cohatrac. Tel. Cel: 8883-0692
SÃO LUÍS - O Governo do Estado criou uma [&#8230;] Patrulha do Bairro para tentar combater o avanço da violência na cidade. É uma cópia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anote esse número ele pode servir para você ou para ajudar alguém:Patrulha do Bairro, atende o Cohatrac I, Cohatrac V, Primavera, Margaridas, Itaguará, Alvorada, Araçagy e Novo Cohatrac. Tel. Cel: <strong>8883-0692</strong></p>
<p>SÃO LUÍS - O Governo do Estado criou uma [&#8230;] Patrulha do Bairro para tentar combater o avanço da violência na cidade. É uma cópia de projeto bem sucedido em Fortaleza (CE). Consiste na vigilância da cidade através de uma viatura e uma moto em 15 bairros.</p>
<p>As viaturas têm um telefone que a comunidade pode ligar e chamar quando estiver em perigo ou notar algo suspeito. O governo diz que é para acabar com a “burocracia” do 190, cujo sistema de operação acaba de ser reformulado ao custo de alguns milhões de reais.<br />
Abaixo a lista dos telefones das viaturas com o respectivo Batalhão da PM à qual está subordinada para que você possa acionar e depois reclamar se a iniciativa for inócua.<br />
Cohatrac- Viaturas nº 0692/0693 - Telefone 8883-0692/8883-0693 – 8º BPM<br />
 <a href="http://www.novoacesso.com.br/patrulha-do-bairro/#more-159" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<item>
		<title>VIÚVA DE PAULO FREIRE ESCREVE CARTA DE REPÚDIO À REVISTA VEJA</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pitaco]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi reproduzido na íntegra, visando divulgar a carta de repúdio à revista Veja escrita por Ana Maria Araújo Freire. Desse modo, visa também ser solidária e mais uma voz discordante com a ausência de respeito ao educador brasileiro Paulo Freire.
Além disso, remeto o convite àqueles que desconhecem o legado de Paulo Freire [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo foi reproduzido na íntegra, visando divulgar a carta de repúdio à revista Veja escrita por Ana Maria Araújo Freire. Desse modo, visa também ser solidária e mais uma voz discordante com a ausência de respeito ao educador brasileiro Paulo Freire.<br />
Além disso, remeto o convite àqueles que desconhecem o legado de Paulo Freire a leitura atenta da Pedagogia do Oprimido, em especial.<br />
Apresenta-se, assim abaixo:</p>
<p>    Na edição de 20 de agosto a revista Veja publicou a reportagem &#8216;O<br />
que estão ensinando a ele?&#8217;, De autoria de Monica Weinberg e Camila<br />
Pereira, baseada em pesquisa sobre a qualidade do ensino no Brasil. Lá<br />
pelas tantas há o seguinte trecho:<br />
     &#8216;Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que<br />
em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro<br />
argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações<br />
positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram<br />
personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental,<br />
como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação<br />
esquerdista disfarçado de alfabetização&#8217;</p>
<p>     Diante disso a viúva de Paulo Freire, Nita, escreveu a seguinte<br />
carta de repúdio:</p>
<p>     &#8216;Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra<br />
Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE - e um<br />
dos maiores de toda a história da humanidade -, quero registrar minha<br />
mais profunda indignação e repúdio ao tipo de jornalismo que a cada<br />
semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas<br />
de nosso país. Não a leio por princípio, mas ouço comentários sobre sua<br />
postura danosa através do jornalismo crítico.  Não proclama sua opção em<br />
favor dos poderosos e endinheirados da direita, mas , camufladamente,<br />
age em nome do reacionarismo desta.<br />
 <a href="http://www.novoacesso.com.br/viuva-de-paulo-freire-escreve-carta-de-repudio-a-revista-veja/#more-158" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<item>
		<title>Nota de utilidade pública</title>
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		<comments>http://www.novoacesso.com.br/nota-de-utilidade-publica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 18:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Institui-se o silêncio
Calou-se a boca da consciência
         E
Instalou-se
O  incômodo da escuta
A necessidade da resposta
O calar-se para permanecer vivo
O retirar-se para permanecer intenso
   SILÊNCIO
O emudecer-se
O enrijecer-se
O apodrecer-se
(Com) viver?
Compadecer-se
Apacientar-se
Ah! Tanta imprudência, tanta maledicência para silenciar o outro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Institui-se o silêncio<br />
Calou-se a boca da consciência<br />
         E<br />
Instalou-se<br />
O  incômodo da escuta<br />
A necessidade da resposta<br />
O calar-se para permanecer vivo<br />
O retirar-se para permanecer intenso<br />
   SILÊNCIO<br />
O emudecer-se<br />
O enrijecer-se<br />
O apodrecer-se<br />
(Com) viver?<br />
Compadecer-se<br />
Apacientar-se<br />
Ah! Tanta imprudência, tanta maledicência para silenciar o outro.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>RECICLEI O TEMPO</title>
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		<comments>http://www.novoacesso.com.br/reciclei-o-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 17:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por muito tempo vi o mundo com olhos da perfeição. Via cores, tons e formas como um apaixonado que só destaca na pessoa desejada o belo, o forte, o perfeito. Mas, não perdi tempo, foi aprendizado.
Por muito tempo parei para contemplar o céu, o mar e toda natureza, sem perceber o silêncio da morte e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo vi o mundo com olhos da perfeição. Via cores, tons e formas como um apaixonado que só destaca na pessoa desejada o belo, o forte, o perfeito. Mas, não perdi tempo, foi aprendizado.<br />
Por muito tempo parei para contemplar o céu, o mar e toda natureza, sem perceber o silêncio da morte e da extinção. Então, conclui que perdi  o meu tempo.<br />
Por muito tempo alimentei meus filhos, abasteci  a despensa e joguei no lixo o resultado do consumo dos produtos, do excesso que virou aterro e dejetos.<br />
Por muito tempo eduquei filhos e alunos para o progresso, para o consumo e para o sucesso. Mas, de repente redefini conceitos, recuperando o tempo no despertar para o cuidado com as gentes, com os bichos e com as plantas.<br />
Recuperei o tempo no diálogo, na troca, na luta pela vida, buscando possibilidades compartilhadas para reaproveitar e reciclar as sobras.<br />
Reaproveitei o tempo, reeducando para o consumo consciente e para o não consumo, climatizando com o vento e aproveitando melhor os alimentos.<br />
<a href='http://www.novoacesso.com.br/reciclei-o-tempo/material-para-recliclar/' rel='attachment wp-att-153' title='Material para recliclar'>Material para recliclar</a><br />
<a href='http://www.novoacesso.com.br/reciclei-o-tempo/as-garrafas-plasticas/' rel='attachment wp-att-154' title='As garrafas plásticas.'>As garrafas plásticas.</a><br />
Passei, então, a ver o mundo com os pés no chão, em nome da humildade, climatizando a casa e o carro com o vento que entra pelas janelas, tentando percorrer caminhos sem rodas motorizadas e juntando nos cantos as embalagens, os papelões, as garrafas de plásticos para reprocessar e fazer surgir o novo.<br />
Por muito tempo ainda buscarei a liberdade de ser gente desembalada de rótulos, de marcas, de nomes estampados e depois jogados como embalagens vazias no lixo.<br />
Reciclei o tempo, percebendo a grandeza das pequenas coisas da vida.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dia dos professores</title>
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		<comments>http://www.novoacesso.com.br/dia-dos-professores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 14:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês de outubro é um mês especial nas escolas, destacando-se a comemoração dos dias das Crianças e do Professor.
Desse modo, queremos fazer um destaque especial ao professor - pessoa muito importante no cenário educacional e que, por isso, é merecedora de reconhecimento e respeito de todos que compõem a escola, especialmente dos alunos.
Assim, cremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de outubro é um mês especial nas escolas, destacando-se a comemoração dos dias das Crianças e do Professor.<br />
Desse modo, queremos fazer um destaque especial ao professor - pessoa muito importante no cenário educacional e que, por isso, é merecedora de reconhecimento e respeito de todos que compõem a escola, especialmente dos alunos.<br />
Assim, cremos que para homenagear alguém importante não temos que esperar uma data especial para fazê-lo. Por outro lado, esquecê-lo em seu dia é dar razão ao desânimo, à indiferença e a falta de gratidão.<br />
Por isso, concordamos com Tânia Melo quando afirma que: Educar [&#8230;] supõe também ensinar a educar (http://www.jblog.com.br/taniamelo.php), apontando desse modo, para o caráter emancipatório do ato de educar, inserindo-o na ação de favorecer a autonomia ao aprendiz.<br />
Imbuídos dessa reflexão, convidamos à leitura das notícias indicadas:<br />
• <a href="http://www.crmariocovas.sp.gov.br/amc_a.php?t=001">A violência na escola: a percepção dos alunos e professores<a href="http://a href="http://www.crmariocovas.sp.gov.br/amc_a.php?t=001"></a><br />
• <a href="http://www.espacoacademico.com.br/080/80lima.htm">Escola x Violência</a></p>
<p>Os textos sugeridos para leitura representam alguns indicadores da necessidade do despertar para as causas da violência que afetam as escolas públicas e particulares na atualidade, encontrando meios para combatê-la e empenhando-se para não estimulá-la.<br />
Aos alunos usuários dos serviços de educação privada, solicita-se comprometimento com as causas do ato educar, mantendo relações de respeito e de solidariedade com os professores e as professoras - não reguladas apenas pelo ato da troca financeira, mas eminentemente profissional e, ao mesmo tempo, humana.<br />
Desejando nossos PARABÉNS ao PROFESSOR e a PROFESSORA pelo seu DIA.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ambientes educativos: os cenários das salas de casa e da escola.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 15:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[                                                       [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>                                                                                                                                         Francinete Braga Santos*<br />
RESUMO<br />
O intuito deste artigo é refletir sobre o potencial pedagógico existente nos cenários das salas de casa e da escola, principalmente na perspectiva de ambientes educativos, de modo a transformem-se em cenários de aprendizagem significativa. Defende que é necessário conhecer a linguagem midiática utilizadas no entretenimento de crianças. Utiliza estudo bibliográfico e de caso, visando analisar a rotina dos espaços da escola e analogamente o espaço de casa. Introduz o termo cuidador de criança, representando pessoa com possibilidades concretas para o desenvolvimento de combinados e de atitudes positivas, pautadas no diálogo, na autoridade de adulto, no gerenciamento de limites ligados ao tempo de exposição e ao monitoramento da programação midiática. Problematiza a discussão com exemplos do desenho animado Pica-Pau e da música Dança do Créu. Aponta para a redefinição da percepção dos adultos quanto a ausência física em casa, visando redimensioná-la para o desenvolvimento da autonomia infantil. Elenca alguns parâmetros diferenciais que tornem os ambientes educativos atrativos, gerando subsídios aos docentes no aproveitamento de recursos e estratégias voltadas para boas práticas pedagógicas.</p>
<p>Palavras-chave: ambientes educativos; cenários; ludicidade; linguagem midiática; prática pedagógica.</p>
<p>Introdução<br />
A motivação da escrita do presente texto recai na observação direta de uma escola de educação básica, especificamente, observação de turmas de educação infantil. Nomeadamente uma escola que cuida da educação de crianças deve concebê-la, como “um ser social que nasce com capacidades afetivas, emocionais e cognitivas. Tem desejo de estar próxima às pessoas e é capaz de interagir e aprender com elas de forma que possa compreender e influenciar seu ambiente.” (RCNEI, 1998, p.21).<br />
Tal concepção deixa claro que para que as crianças se desenvolvam elas precisam aprender com os outros por meio dos vínculos que estabelece com outras crianças e com os adultos. Nesse processo de interação as crianças prescindem da utilização de alguns recursos, tais como: a imitação, o faz-de-conta, a oposição, a linguagem e a apropriação da imagem corporal.<br />
Insere-se tal pressuposto no conceito de aprendizagem a partir da concepção construtivista e desenvolvimentista como sendo “um processo dinâmico, onde o aluno joga um papel ativo, em constante interação com o envolvimento e com o grupo da turma onde está integrado, muda as suas noções, idéias, atitudes e aquisições.” (FONSECA, 1995, p.82). Desse modo,<br />
no interacionismo, o biológico não se reduz ao social. Um é condição vital do outro [&#8230;] o desenvolvimento é concebido como o resultado de complexas interações entre hereditariedade e o meio. A hereditariedade não se opõe ao meio. É em função da sua hereditariedade que o ser humano cria o seu meio, mas é o meio que dá a hereditariedade a sua expressão, orientação e forma. (FONSECA apud  ZAZZO, 1995, p.135).<br />
  <a href="http://www.novoacesso.com.br/ambientes-educativos-os-cenarios-das-salas-de-casa-e-da-escola/#more-149" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<item>
		<title>PROGRAMAÇÃO COMAGE 2008</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 12:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[              Tema: Gestão Educacional: o trabalho coletivo e os saberes docentes
	DIA 19/09/08: CREDENCIAMENTO (ÀS 17h) E CERIMONIAL DE ABERTURA (ÀS 19h)
CONFERÊNCIA DE ABERTURA: 19h30min às 22h
Conferencista: Martin Messier (Mestre em Programação Neurolingüista e Condicionamento Neuroassociativo – American University Washington – DC)
TEMA: Desafiar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>              Tema: Gestão Educacional: o trabalho coletivo e os saberes docentes</p>
<p>	DIA 19/09/08: CREDENCIAMENTO (ÀS 17h) E CERIMONIAL DE ABERTURA (ÀS 19h)<br />
CONFERÊNCIA DE ABERTURA: 19h30min às 22h<br />
Conferencista: Martin Messier (Mestre em Programação Neurolingüista e Condicionamento Neuroassociativo – American University Washington – DC)<br />
TEMA: Desafiar. Inspirar. Libertar. Como vamos transformar a educação no Brasil sem precisarmos do governo.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
	Dia 20/09/08, sábado<br />
	CONFERÊNCIA (CO2): 8h às 9h30min<br />
Conferencista: Maria Raimunda Chagas Silva (Dra. Em Ciências/pela USP com especialização Educação Ambiental/USP) - TEMA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES.</p>
<p>	O MARANHÃO QUE FAZ: 9h30min às 9h50min<br />
Palestra: Maria José Bacelar Almeida (Especialista em Arte-terapia/FACAM e em Violência Doméstica contra criança e adolescente/USP) - TEMA: CENTRO DE DEFESA PE. MARCOS PASSERINI</p>
<p>	Painel de Debates: 10h às 10h40min<br />
Mediadora: Professora Francisca Ahtange Tavares de Oliveira (Professora da Universidade Estadual do Maranhão/UEMA. Pesquisadora na área de Gestão Educacional). TEMA: O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO ENSINO DA ARTE.<br />
	Compartilhando experiências de sucesso: 10h40min às 11h30min<br />
Professora Francisca Ahtange Tavares de Oliveira. TEMA: COLEÇÃO DE DIDÁTICOS: NOSSA ARTE<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
	OFICINAS: 14h às 18h<br />
TEMA GERADOR:<br />
O PROTAGONISMO DOCENTE E A PRODUÇÃO DE CONTEÚDO: COLOCANDO A MÃO NA MASSA.<br />
(OF1): GESTÃO DE PROJETOS<br />
Facilitador: Francisco de Paula Melo Júnior (Auditor da ISO 9001:2000. Analista de Pessoas e Qualidade. Consultor em Sistema de Gestão da Qualidade)<br />
(OF2): A HISTÓRIA DA CRIANÇA BRASILEIRA<br />
Facilitadora: Maria José Bacelar Almeida (Pedagoga/UFMA. Especialista em Arte terapia/FACAM e em Violência Doméstica contra criança e adolescente/USP<br />
(OF3): A AULA ENQUANTO AÇÃO E VIVÊNCIA: UMA PROPOSTA DE ENSINO ATRAVÉS DA FILOSOFIA.<br />
Facilitador: Professor Thiago Roberto dos Santos Araújo. (Licenciado em Filosofia/UFMA. Professor de Filosofia do Colégio O Bom Pastor.<br />
(OF4): A LEITURA DA IMAGEM VISUAL NO CONTEXTO ESCOLAR<br />
Facilitadora: Professora Ahtange Tavares (Historiadora e Especialista em Arte/Educação pela Universidade Regional do Cariri/URCA).<br />
(OF5): A PESQUISA COMO FERRAMENTA DIDÁTICO-PEDAGÓGICO: A NORMALIZAÇÃO TÉCNICA.<br />
Facilitadora: Professora Maria de Fátima Ribeiro dos Santos (Bacharel em Biblioteconomia/UFMA. Especialista Metodologia do Ensino Superior/UEMA)<br />
(OF6): ELABORAÇÃO DE DIDÁTICOS PARA CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS: COMO FAZER?<br />
Facilitadora: Teresa dejesus Oviedo González (Psicóloga. Autora de didáticos. Representante do MEC do Paraguai)<br />
(OF7): PORTAL EDUCACIONAL: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA<br />
Facilitadora: Amanda Pereira Cunha (Consultora em Tecnologia Educacional da Positivo Informática)<br />
(OF8): COMPREENDENDO A MATEMÁTICA A PARTIR DO CONCRETO<br />
Facilitador: Professor Bergman de Moura Figueredo (Licenciado em Matemática/UFMA. Especialização em Educação Matemática e em Fundamentos da Matemática /UEMA)<br />
(OF9): ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: COMO ENTENDER E APLICAR<br />
Facilitadora: Professora Heloísa Cardoso Varão Santos  (Mestre em Ciências da Educação. Professora da Universidade Estadual do Maranhão e da FACAM).<br />
(OF10): OS SABERES DA SUPERVISÃO NA SUA PRÁTICA ESCOLAR.<br />
Facilitadora: Professora Vanilda de Abreu Cavalcanti (Mestre em Educação. Professora da Universidade Estadual do Maranhão/UEMA)<br />
(OF11): A LEI 10.639/03: PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO<br />
Facilitadora: Professora Jacinta Maria Santos (Pedagoga. Especialista em Planejamento Educacional. Coordenadora Nacional dos Agentes de Pastoral Negro)<br />
(OF12): A INCLUSÃO ESCOLAR: ENTENDER E APLICAR<br />
Facilitadora: Gracymary Conceição Monteiro (Pedagoga. Especialista em Educação Especial/UEMA)<br />
(OF13):OFICINAS DE GARRAFAS PET<br />
Facilatadores: Antonio José de Castro e Gerson Ataíde Fontinelle (Técnicos de Oficina de Papel Artesanal e Pet / Fábrica de Arte/Centro de Reciclagem da Superintendência de Limpeza Pública. </p>
<p>	O Maranhão que Faz: 18h45min às 19h15min<br />
PALESTRA: Paulo Roberto dos Santos (Consultor Organizacional, Selecionador de profissionais para o mercado de trabalho, Orientador Profissional, Instrutor de cursos de desenvolvimento humano e Facilitador de Desenvolvimento de Gerentes da PHD).<br />
TEMA: GESTÃO DE TRABALHO: A EFICIÊNCIA DO RECRUTAMENTO</p>
<p>CONFERÊNCIA (CO3): 19h15min às 22h:<br />
Professor Hamilton Werneck (Pedagogo. Especialista em Educação. Escritor e conferencista. Doutorando em Educação pela Wisconsin International University de Idaho/USA)<br />
TEMA: Passos para uma Gestão Educacional Responsável: por onde começar?</p>
<p>DOMINGO: 21/09/08:<br />
	CONFERÊNCIA (CO4): 8h às 10h<br />
Professora Liliam Doussou Romero (Doutora em Ciências Filológicas pela Faculdade de Filologia da Universidade Lomonosov Moscou/Rússia; Coordenadora Geral do CAPEM (Centro de Avaliação, Planejamento e Educação do Maranhão); Assessora Pedagógica da Faculdade Santa Fé – Maranhão).<br />
TEMA: ELABORAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: O PROTAGONISMO DO GESTOR ESCOLAR.</p>
<p>O Maranhão que Faz: 10h15min às 10h40min<br />
PALESTRA: Psicóloga Ruth Julia do Nascimento Ribeiro (Psicóloga Clínica e Educacional/UNB. Teologia/Faculdade Teológica Batista.<br />
TEMA: LEVE A VIDA COM SAÚDE EMOCIONAL E BEM ESTAR: CULTIVE-SE.</p>
<p>PORTFÓLIO COMAGE 2008: 10h40min às 11h40min<br />
TEMA: O que fizemos e aonde queremos chegar?</p>
<p>	CONFERÊNCIA (CO5): 14h às 16h<br />
Professor Casemiro de Medeiros Campos (Mestre em Educação. Autor de livros. Conferencista. Professor da UNIFOR/CE)<br />
TEMA: OS RUMOS E DESAFIOS DA GESTÃO ESCOLAR: ARTICULAÇÃO ENTRE O ADMINISTRATIVO E O PEDAGÓGICO</p>
<p>LANÇAMENTO DE LIVROS E PRODUTOS/ENTREGA DOS CERTIFICADOS: 16h às 18h</p>
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p>* Certificado: 40 horas<br />
* Local da inscrição: Livraria Dialética – Rua 06, Cohatrac II.<br />
Telefone: 3238-0911                    www.gestoreducacional.com                                 comage2008@gmail.com<br />
<strong>Importante:</strong><br />
Cada oficina atenderá no máximo 25 pessoas;<br />
* As Oficinas 01, 06 e 12 estão com vagas encerradas.  </p>
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		<title>2a Conferência Maranhense em Gestão Educacional - Participem</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 15:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[A Conferência Maranhense em Gestão Educacional (COMAGE) é realizada anualmente na cidade de São Luís do Maranhão na Região Nordeste do Brasil. Desse modo, pretende ser referência local e regional na discussão da temática Gestão Educacional. Atua nesse cenário desde 2007 e vem congregando um grupo ainda pequeno, mas permanente de docentes engajados e comprometidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência Maranhense em Gestão Educacional (COMAGE) é realizada anualmente na cidade de São Luís do Maranhão na Região Nordeste do Brasil. Desse modo, pretende ser referência local e regional na discussão da temática Gestão Educacional. Atua nesse cenário desde 2007 e vem congregando um grupo ainda pequeno, mas permanente de docentes engajados e comprometidos com a Educação, visando melhorias no cenário educacional.<br />
A COMAGE congrega docentes locais, nacionais e internacionais em torno da discussão de temáticas relevantes à compreensão das mudanças que se processam no cenário educacional, mobilizando desse modo, muitos educadores, profissionais da educação e gestores na participação no evento em sua primeira e segunda edições.<br />
A COMAGE destaca-se também pelas parcerias com conceituadas empresas locais em uma estrutura de rede colaborativa, visando assim contribuir com a divulgação de produtos e serviços educacionais fomentando a capacitação dos profissionais não apenas no plano teórico, mas sobretudo operacional, ampliando a visão para atuação regional. Nesse sentido, pretende ser referência local na organização de eventos de pequeno porte, mas na perspectiva de grandes resultados no âmbito da Capacitação Continuada e em Serviço.<br />
Em 2008 o evento, encontra-se sediado no Colégio O Bom Pastor Júnior. O evento possui uma comissão organizadora que coordena, delega e acompanha todos os processos de planejamento, execução e avaliação, visando continuidade, qualidade e ações corretivas. </p>
<p>Participem!<br />
Mais informações:<br />
http://www.gestoreducacional.com/</p>
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		<title>Eu, o outro e a coletividade compartilhada.</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 13:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu, o outro e a coletividade compartilhada. 
                                                [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eu, o outro e a coletividade compartilhada. </strong><br />
                                                                                                  <em>Francinete Braga Santos</em>*<br />
                O pensar inquietante como prática de reflexão não alienante.<br />
 O pensar reflexivo não confundido com o pensar descomprometido com o sentido lógico das idéias.<br />
                Na complexidade da escrita sobre o eu, o outro e a coletividade.<br />
                                       E afirmar-se:<br />
A percepção do outro está condicionada a percepção que temos de nós mesmos.<br />
                                  O olhar é direcionado.<br />
A atenção é sensorial e escravizada pelo olhar, ouvir, cheirar, tocar e  degustar.<br />
                                        Fica presa.<br />
       É necessário romper com o condicionamento por meio da reeducação individual.<br />
Mas, é claro que: “[&#8230;]a educação uma totalidade ‘uma síntese de múltiplas determinações’<br />
                   “a realização plena do homem (omnilateriedade), libertá-lo”<br />
                      ‘Numa perspectiva progressista e transformadora’<br />
                           Uma concepção emancipatória da educação<br />
A vida em sociedade e a capacidade de superação exigida do indivíduo na adaptação às mudanças impostas. Mas, “todos os homens são intelectuais [&#8230;] mas na sociedade nem todos têm uma função intelectual”<br />
Uma sociedade reeducada na percepção humana do eu e do outro.<br />
                                        A felicidade.<br />
                                        É uma utopia.<br />
                           O ser humano nasceu para ser feliz.<br />
                                   Utopia é um sonho.<br />
 A realidade é uma utopia concretizada através do trabalho desenvolvido pelo gênero humano.<br />
                             Inventos, fórmulas, projetos&#8230; materializados<br />
 A felicidade em (comum)unidade de sonhos concretizados para uns poucos<br />
E (des)humanidade de sonhos utópicos para muitos.<br />
                                     O sonho concretizado<br />
                                                 E<br />
 O pesadelo materializado em injustiça, traduzida em fome, desemprego,  doenças e guerras.<br />
 Reeducar os sentidos para alargar para o ato de enxergar,  de escutar, de impregnar-se pelos cheiros e odores, de tocar e sentir com a pele, de degustar e experimentar sensações diferentes.<br />
                                      Verdadeiramente&#8230;<br />
Experiência de sentir não o que falta e sim o que sobra para o eu (indivíduo)<br />
                           Mas para o que falta para o eu coletividade.<br />
                                  Experimente. Sinta as ausências.<br />
           da luz&#8230; do som&#8230; da sensibilidade tátil&#8230; da comida no prato&#8230; da roupa no corpo&#8230; do conhecimento na mente.<br />
                                     Experimente. Valorize.<br />
                          Pense na vida em oposição a morte&#8230;<br />
                          Reveja os conceitos e os pré-conceitos.<br />
                                            Liberte-se.<br />
                        A liberdade não como uma apropriação individual.<br />
“O importante para a liberdade de cada um é saber como cada indivíduo singular conseguirá incorporar-se ao homem coletivo [&#8230;]”<br />
                    Ser livre. Ser corajoso em assumir a limitação humana de ser dependente.<br />
                                           E, finalmente&#8230;<br />
                                  Sou o outro. Eu não sou eu?<br />
                                    O verbo aqui é tornar-se.<br />
Torno-me eu quando compreendo a minha condição humana no existir como soma&#8230; fruto&#8230; projeto&#8230;<br />
                        Tornando-me concreto e, essencialmente, humano.<br />
                                            Ser traduzido.<br />
                            Ser gerado&#8230; gestado&#8230; esperado&#8230; sonhado&#8230;<br />
                                                   e<br />
                                            omnilateral.<br />
                   O eu é mais que um. O eu sou dependente e carente.<br />
                                  O eu opressor e oprimido.<br />
                                Sou gente e, às vezes demente.<br />
Em uma realidade dependente do álcool, do entorpecente, da munição, da máscara, de outra identidade para vender liberdade.<br />
Para vender sensações do teor, da dose, do calibre, da sombra, do nome, da marca que ofusca a felicidade coletiva.<br />
               Liberdade de cara limpa, sem máscaras, sem doses, sem brasões. sem autoritarismos.<br />
A questão é o tempo, a intensidade, a idade, a necessidade, a humanidade construída, destruída, reconstruída.<br />
                                           &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br />
*Pedagoga. Especialista. Educadora. Mãe. Filha e um ser humano em construção.</p>
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		<title>O Mercado de Trabalho e o Trabalhador.</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 19:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francinete Braga Santos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Educação em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[       A discussão sobre o mercado de trabalho, certamente atrai a atenção das pessoas. O mesmo não se aplica à discussão que perpassa por temáticas biblícas ou religiosas. Desse modo, concorda-se com o pressuposto desenvolvido por Max Gheringer, conforme mensagem abaixo:
    Comentário de Max Gheringer - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>       A discussão sobre o mercado de trabalho, certamente atrai a atenção das pessoas. O mesmo não se aplica à discussão que perpassa por temáticas biblícas ou religiosas. Desse modo, concorda-se com o pressuposto desenvolvido por Max Gheringer, conforme mensagem abaixo:</p>
<p>   <strong><strong> Comentário de Max Gheringer - Rádio CBN.<br />
</strong><br />
    Falando sobre o mercado de trabalho:</p>
<p>    &#8216;Existem pessoas que realmente sabem dar respostas sábias às grandes questões sobre o mercado de trabalho. Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:</p>
<p>    Pergunta : Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?</p>
<p>    Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.</p>
<p>    Segunda pergunta : O profissional do futuro será um individualista?<br />
    Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.</p>
<p>    Terceira pergunta : Que conselho o Sr. dá aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?<br />
    Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.</p>
<p>    Quarta pergunta : E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e perversos?<br />
    Reposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.</p>
<p>    Última pergunta: O que é exatamente sucesso?<br />
    Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.</p>
<p>    Belas e sábias respostas.</p>
<p>    Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn. Eu o inventei.</p>
<p>    Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas de um livro escrito há 2.300 anos:<br />
    o ECLESIASTES, Bíblia.</p>
<p>    Mas, se eu dissesse isso logo no começo, muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar me ouvindo.</p>
<p>    Max Gheringer para a rádio CBN</p>
<p>COMENTÁRIO:</p>
<p>Ao ler a mensagem, destaco o fato das pessoas não costumarem questionar as afirmativas adivindas do estrangeiro. Talvez, daí o sucesso da estratégia usada por Max Gheringer ao inventar um <strong>Reynold Remhn</strong>.<br />
Desse modo, arisco em afirmar que <strong>ter sabedoria é bem mais que ter apenas inteligência, pois inteligência sem sabedoria torna o conhecimento descomprometido com a vida, com a condição humana da busca da felicidade.</strong><br />
Em contrapartida, a competitividade, as injustiças sociais, a retração de ofertas de emprego no mercado de trabalho são reflexos de um capitalismo selvagem focado no lucro fácil, na desumanização do homem, dentre outras causas estruturais.<br />
Entretanto, em tempos de exigência de mais competência e habilidades do trabalhador de modo a torná-lo multitarefa é imprescindível muita sabedoria para não se deixar sucumbir frente as inúmeras pressões para ser o melhor, o mais competente, o com mais títulos e prêmios.<br />
É necessário, por sua vez, equilíbrio emocional para conseguir aliar competência e profissionalismo sem abrir mão dos valores humanos e éticos. Sem despediçar a canvivência com a família, com os amigos, com as pessoas de um modo geral.<br />
Nesse sentido, existirão momentos que não conseguiremos vencer sem o apoio daqueles que nos rodeiam fisicamente. Mas, precisaremos lembrar que antes da materialidade, somos seres espirituais, sensíveis e dependentes da graça divina.<br />
Com a afirmativa acima, confirmo a minha recusa de que depois da extensa caminhada terrena nos tornemos apenas pó, apenas lembrança - mesmo que uma boa lembrança.<br />
E, finalmente, destaco que no trabalho (função) exercido deve haver comprometimento social no desempenho de uma função específica, sendo generalizada por meio de atitudes proativas. Portanto, a busca da excelência tornará a sociedade menos injusta, traduzida pelo comprometimento individual com a vida e com a diminuição gradual das desigualdades sociais.</p>
<p>Francinete Braga Santos<br />
Pedagoga. Especialista.<br />
Em: 20/08/2008 </p>
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